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40 advogados para Verdevaldo.

40 advogados para Verdevaldo. - Otávio Sá Leitão
Glenn Greenwald reuniu-se com 40 advogados anti-Lava Jato.
Entre eles, os lulistas Geraldo Prado, Aury Lopes, Juarez Tavares e Carol Proner (mais conhecida como namorada de Chico Buarque).
Dora Cavalcanti, que defendeu a Odebrecht, Luciano Bandeira, da OAB, e Marco Aurélio de Carvalho, sócio de José Eduardo Cardozo, juntaram-se a Nilo Batista, que foi advogado de Lula e que, atualmente, defende o próprio Glenn Greenwald.
Kakay e Alberto Toron, advogado de Dilma Rousseff e Aécio Neves, enviaram mensagens.
O golpe do Verdevaldo para tirar os criminosos da cadeia não está muito escancarado, não?
“A bala de prata de Greenwald saiu pela culatra”
Depois de quatro semanas de bombardeio, Sérgio Moro é reprovado por apenas 20% dos brasileiros, segundo o Datafolha.
 
João Marco Cunha, em O Globo, comentou.
“No frigir dos ovos, apenas uma parcela ínfima da população trocou de lado. Moro continua ministro, e Bolsonaro segue ostentando a faixa verde e amarela. Poder-se-ia concluir, então, que o tiro da bala de prata de Greenwald falhou. Mas, na verdade, ela saiu pela culatra.
O vazamento exposto em ‘The Intercept’ serviu como novo impulso à polarização nacional, que vinha arrefecendo desde as eleições. Os lulistas viram a materialização incontestável do golpe que eles sempre denunciaram, enquanto os partidários da Lava Jato viram o perigo de um retrocesso no combate à corrupção.
O acirramento do clima de Fla-Flu favorece o presidente Jair Bolsonaro, que foi quem melhor se aproveitou desse ambiente durante o período eleitoral. A ameaça vinda do inimigo comum ajuda a manter unida a base que o elegeu, a despeito de divergências que ficaram claras nos primeiros meses de governo.”
 
É o efeito Verdevaldo.

Fonte: Blog do Antonio Morais

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