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Jornal Publica ‘Correção’ De Fake News Que Publicou Contra Bolsonaro, Mas Não Reduz O Alcance De Suas Próprias Páginas

Jornal Publica ‘Correção’ De Fake News Que Publicou Contra Bolsonaro, Mas Não Reduz O Alcance De Suas Próprias Páginas - Otávio Sá Leitão

O jornal O Estado de S. Paulo publicou uma notícia manifestamente falsa dirigida a prejudicar a imagem do presidente Jair Bolsonaro. Com base em um vídeo no qual o presidente interage com crianças, o jornal estampou em manchetes, divulgadas com grande estardalhaço e reproduzidas por diversos outros jornais de grande circulação, que uma criança teria se recusado a cumprimentar o presidente.

A alegada recusa não ocorreu. No vídeo, o presidente Jair Bolsonaro pergunta ao grupo de crianças quem ali é palmeirense como ele. Uma das meninas nega torcer para o time e afirma sua devoção pelo Flamengo.

A suposta “notícia”, portanto, veicula fato inventado, dirigido a atingir a reputação do presidente da República, e foi imediatamente replicada de forma coordenada por diversos veículos de comunicação da velha imprensa. Todos os veículos utilizaram, além de suas próprias estruturas, suas páginas e perfis nas redes sociais como forma de divulgação da peça do mais puro “fake news”.

A notícia foi desmentida por internautas, pelos filhos do presidente, e pelo Planalto, que enviou ao jornal o vídeo para que verificasse a informação.

Após os desmentidos, o jornal excluiu a matéria falsa e, posteriormente, publicou uma “Correção”, mas não há notícia de o grupo tenha, através de sua parceria de “fact-checking” com o Facebook, recomendado a redução de alcance das próprias páginas ou de seus parceiros. Em sua “Correção”, o jornal atribui a divulgação do vídeo ao próprio presidente Jair Bolsonaro, mas omite as páginas que divulgaram a peça de fake news.

Na parceria do Facebook com as chamadas agências de fact-checking, quando as agências decidem que uma notícia é falsa, as páginas e perfis responsáveis pela publicação têm seu alcance reduzido. A medida, entretanto, não costuma ser aplicada a páginas da velha imprensa ou a partidos políticos. O grupo autor da peça de fake news assinou parceria com a rede social há menos de um mês.

Fonte: NBO

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