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Ataque de Hackers: A Vulnerabilidade da Segurança Institucional Brasileira

Ataque de Hackers: A Vulnerabilidade da Segurança Institucional Brasileira - Otávio Sá Leitão

A ação de espionagem criminosa contra os procuradores que trabalham na Operação Lava Jato e contra o então juiz Sérgio Moro evidenciou a vulnerabilidade da segurança institucional brasileira, além da incapacidade do nosso País de proteger-se contra ações de hackers internacionais, especialmente russos e chineses. O que ficou patente nesse episódio criminoso, levado a cabo para fins políticos e com o objetivo de atacar a Operação Lava Jato, é que o Brasil não possui instrumentos para lidar com o cyber warfare internacional.

Essa situação de vulnerabilidade em que o Brasil se encontra em termos de serviços de contra-inteligência é resultado direto dos anos de aparelhamento esquerdista das instituições de Estado, incluindo aquelas encarregadas dos serviços de inteligência e de informação. Resulta também do alinhamento geopolítico internacional do Brasil, promovido pelos governos de esquerda, com o eixo comunista-islâmico e russo-chinês.

Esse alinhamento ideológico esquerdista resultou em nosso afastamento dos principais centros de referência em tecnologia e capacitação para ações de contra-espionagem e de inteligência de informações, especialmente os israelenses. Por conta desse alinhamento geopolítico esquerdista, o Brasil ficou exposto a russos, chineses, cubanos e muçulmanos de quem nos aproximamos acreditando serem aliados estratégicos, quando na verdade representam os inimigos do Ocidente em seu conjunto, incluindo obviamente o Brasil.

Os hackers e criminosos cibernéticos que promoveram a espionagem criminosa contra os procuradores e contra o então juiz Sério Moro, além de outras autoridades da república, são da mesma categoria de criminosos internacionais que podem promover ações de terrorismo cibernético capazes de afetar os sistemas de controle nossas usinas e redes de distribuição de energia elétrica, o sistema de controle de tráfego aéreo ou o sistema de monitoramento de fronteiras terrestres ou marítimas.

O Brasil não possui hoje capacidade de fazer frente a ataques empreendidos por pessoas com a capacidade de um Edward Snowden por exemplo, norte-americano que trabalha pra os russos. Também não temos meios de enfrentar as ações já comprovadas de espionagem empreendidas pela Huawei, empresa de fachada do regime comunista chinês usada para espionagem, monitoramento e controle de pessoas tanto na China quanto em outros países.

Uma vulnerabilidade decorrente de um erro de estratégia de longo prazo
O Brasil já poderia estar preparando-se para fazer frente a esse desafio desde o início do Governo Bolsonaro, quando o Governo de Israel ofereceu ao nosso país uma parceria nesse sentido. Os israelenses detêm a melhor tecnologia e a mais elevada capacitação em serviços de inteligência de informação no mundo todo. Uma evidência dessa superioridade israelense foi o atraso de anos que impuseram ao programa nuclear iraniano, usando somente ações de contra-inteligência e de informação.

O Brasil não aceitou até o momento estabelecer esse acordo de cooperação aprofundada em inteligência e segurança de informações com o Estado de Israel. Essa recusa deve-se aos setores tecnocratas do governo, que acreditam que nosso interesse estratégico de longo prazo deve ser o de continuar vendendo commodities para países comunistas e muçulmanos, e não estabelecer alianças estratégicas com democracias liberais do Ocidente que resultem, entre outros, em acesso a tecnologia e conhecimento.

A fragilidade de nossa segurança institucional e nossa incapacidade de fazer frente a cyber warfare avançada representam um risco, cujo potencial ficou exposto após a ação de espionagem contra a Lava Jato, à nossa segurança nacional. Um risco que é fruto unicamente da insistência dos tecnocratas, justamente aquelas encarregadas da segurança institucional, de resistir à determinação do Presidente Bolsonaro de promover de fato o alinhamento estratégico do Brasil com Estados Unidos e Israel. #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

 

Fonte: Critica Nacional

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