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PIS e Pasep voltarão a ser liberados com até R$ 10 bilhões no mercado

PIS e Pasep voltarão a ser liberados com até R$ 10 bilhões no mercado - Otávio Sá Leitão

Preocupado com o ritmo fraco da economia, que deve ganhar impulso mais forte com a aprovação da reforma da Previdência, o governo do presidente Jair Bolsonaro vai reabrir a autorização para saques de quem tem cotas do PIS e Pasep.

Com a medida, assessores presidenciais disseram ao blog que cerca de R$ 9 bilhões a R$ 10 bilhões podem ser injetados na economia, ajudando as pessoas a pagarem dívidas ou consumirem.

Durante o governo do presidente Michel Temer, a equipe econômica fez uso da medida para estimular a economia. Primeiro, liberou recursos de contas inativas do FGTS, injetando cerca de R$ 40 bilhões na economia. Depois, autorizou o saque de cotas do PIS e Pasep até o dia 28 de setembro do ano passado. Confira mais no G1.

 

Centro de Inteligência

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, inaugurou, nesta sexta-feira (3), o Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública Nacional (CIISPN), em Brasília. O órgão vai integrar e coordenar informações de segurança e operações com outros órgãos de inteligência nos estados. De acordo com o ministro, o centro é estratégico para o combate a organizações criminosas.

A unidade de inteligência é composta por agentes das polícias civis e militares, órgãos federais e outras instituições, como o Ministério Público e o Poder Judiciário, especializadas no combate às organizações criminosas. Leia mais aqui.

 

Investigação ilegal

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, voltou a se manifestar, nesta sexta-feira (3), contra o inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar notícias falsas (fake news) e ofensas que tenham a corte como alvo.

Em nova manifestação enviada ao Supremo, Dodge reiterou que a investigação é inconstitucional. O parecer foi enviado ao STF para basear o pedido da Rede para suspender a investigação. O relator do caso é o ministro Edson Fachin.

De acordo com a procuradora, o inquérito viola os princípios constitucionais da separação de Poderes e do juiz natural, além do sistema penal acusatório.

Fonte: Foto: Valter Campanato/ABr

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