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Expectativas Positivas: Economia Brasileira Poderá Crescer Até 2% Esse Ano

Expectativas Positivas: Economia Brasileira Poderá Crescer Até 2% Esse Ano - Otávio Sá Leitão

A maior parte dos analistas financeiros ouvidos pela grande imprensa continua repetindo uma previsão pessimista para o desempenho da economia brasileira esse ano. Esta semana, analistas ouvidos pela jornalista Denise Campos de Toledo da rádio Jovem Pan, falaram numa redução de 1.24% para 1.23% na previsão de crescimento do PIB para esse ano de 2019. Uma previsão que, se confirmada, representaria um patamar abaixo do índice de crescimento potencial para uma economia com a dimensão e características da economia brasileira.

No entanto, segundo o empresário e analista financeiro Otávio Fakhoury, colaborador do Crítica Nacional, essas previsões apresentam um erro de método, uma vez que elas são feitas a partir da observação de eventos passados relacionados a atividade econômica, tais como índice de contratação de mão de obra, vendas e estoques da empresas, mas ignoram aquele que é o principal motor do crescimento numa economia de mercado: os agentes econômicos e suas expectativas futuras.

Essas expectativas, que se traduzem num determinado grau de otimismo ou pessimismo com a economia, são expressas de forma direta e quase que instantânea por meio de um indicador que é de conhecimento público e que é sempre observado diariamente: o índice de valorização do IBOVESPA (Bolsa de Valores de São Paulo).

Segundo Otávio Fakhoury, o principal termômetro das expectativas dos agentes econômicos é a variação de preços dos ativos financeiros, variação esta que é sinalizada pelo comportamento das Bolsas de Valores:

Não existe na história moderna da atividade econômica mundial nenhum período de expansão ou de retração da economia que não tenha sido precedido de uma valorização ou depreciação dos ativos financeiros nas Bolsas de Valores.

Em que pese a grande ingerência do Estado na atividade econômica, a entrada em um ciclo de expansão ou de retração da economia depende essencialmente da disposição, ânimo e confiança do agentes econômicos, ou seja, daqueles que decidem alocar recursos para empreender e gerar renda e emprego. Segundo o analista:

A economia possui um forte componente de psicologia social ou de massas, de ânimo e de sentimento da sociedade. E o melhor indicador desse componente é o comportamento da bolsa de valores.

A Bolsa de Valores está em alta desde o início do novo governo
Fakhoury lembra que a Índice da Bolsa de Valores de SP encontra-se operando entre 90.000 e 100.000 pontos desde o início do Governo Bolsonaro. Ou seja, são quase seis meses de expectativas positivas dos agentes econômicos, expectativas essas que se refletem na valorização dos ativos financeiros, que continuam operando perto das máximas históricas. Somente na data de hoje, 28/05, o índice Bovespa fechou em 96.392 pontos.

Caso a Bolsa de Valores mantenha esse patamar ou prossiga oscilando com tendência de alta, como tem ocorrido desde o dia 3 de janeiro desse ano, os reflexos na atividade econômica produtiva serão percebidos nesse segundo semestre, com uma maior expansão da economia brasileira ainda esse ano. Segundo Fakhoury, existe um lag (intervalo) que varia de seis meses a nove meses, entre o comportamento da Bolsa e seu reflexo na economia real:

Todas as recessões e depressões ao longo do século passado foram precedidas de queda acentuada nas bolsas. Da mesma forma, todos os ciclos de expansão e crescimento foram precedidos de um comportamento positivo das bolsas, que refletem de maneira instantânea a expectativa real dos agentes econômicos no curto e médio prazo.

O gráfico acima mostra o comportamento da Ibovespa nos últimos cinco anos. De maio de 2014 até janeiro de 2016 a bolsa manteve um viés de queda, chegando ao seu menor índice, de 38 mil pontos, em 15 de janeiro de 2016. Era final do governo Dilma e a economia caminhava para a recessão, que se estendeu ao longo de todo o ano seguinte.

Próximo à data de 15/01/2016, o então juiz Sergio Moro autorizou a liberação dos áudios das conversas entre a ex-presidente petista, Dilma, e Lula, o que praticamente selou o impeachment. A partir daí, a bolsa entrou numa trajetória de alta constante, ultrapassando os 80 mil pontos no início de janeiro de 2018.

O gráfico mostra uma queda acentuada em junho de 2018, quando foram divulgados os números das perdas bilionárias da economia brasileira causadas pelo locaute das empresas transportadoras de carga ocorrido em março daquele ano.

Poucos dias após a eleição de Jair Bolsonaro, a bolsa ultrapassou os 80 mil pontos, e tão logo iniciou o novo governo, o índice permaneceu oscilando em torno de 95 mil pontos, tendo alcançado picos próximos de 100 mil pontos ao longo desse ano.

Segundo Otávio Fakhoury, o comportamento da bolsa indica claramente uma expectativa de expansão e crescimento da economia brasileira a partir do segundo semestre, e os 129 mil empregos criados em março desse ano, por exemplo, seriam um indicador adicional de que essa tendência começa a ganhar fôlego.

O analista acredita que é perfeitamente possível esperar um crescimento de 2% do PIB brasileiro para o ano de 2019, e finaliza: enquanto a bolsa estiver subindo, podem acreditar na retomada real da economia brasileira. Não acreditem em analistas que afirmam que o cenário econômico vai piorar, pois isso não vai acontecer.  #CriticaNacional #TrueNews #RealNews

Fonte: Critica Nacional

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