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PARA OS JORNALISTAS DA GRANDE MÍDIA O COMUNISMO NÃO EXISTE MAIS. ENTRETANTO OS COMUNISTAS ESTAVAM AGINDO DENTRO DO TFR4 EM PORTO ALEGRE NO ÚLTIMO DOMINGO.

PARA OS JORNALISTAS DA GRANDE MÍDIA O COMUNISMO NÃO EXISTE MAIS. ENTRETANTO OS COMUNISTAS ESTAVAM AGINDO DENTRO DO TFR4 EM PORTO ALEGRE NO ÚLTIMO DOMINGO. - Otávio Sá Leitão

O jornal O Estado de S. Paulo fez um bom inventário em seu editorial da patacoada protagonizada pelo PT com a finalidade de tirar o condenado Lula da Silva da cadeia. Faço a transcrição após este prólogo.

No entanto, como toda a grande mídia, o velho Estadão segue a corrente e escamoteia o principal, ou seja, que o PT é um partido comunista que pretende transformar o Brasil numa nova Venezuela. E dentro de alguns dias seus esbirros estarão em Cuba participando de reunião do Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, destinada a comunizar toda a América Latina e o Caribe. A articulação para livrar Lula da cadeia obedece ao esquema dos comunistas.

Este aspecto ideológico, que é o principal e que motivou a bizarra ocorrência no último domingo é desprezada com um zelo inaudito. Não apenas pelo velho diário paulistano, mas por toda a grande mídia.

Note-se também que isto não é um caso doméstico mas regra geral da famigerada mainstream media no mundo inteiro, como se o movimento comunista internacional tivesse evaporado da face da Terra, ainda que existam aqui mesmo no Brasil siglas comunistas que ostentam o nome, como por exemplo PCdoB. Outros dissimulam com o termo "socialista", como o PSB - Partido Socialista Brasileiro enquanto o dito "Partidão", o velho PCB se transformou em PPS, é o partido do ministro Raul Jungmann, velho comunista pernambucano. E, mais recentemente surgiu um tal de "Podemos", emulando a sigla espanhola ultra-comunista que foi criada pelo finado caudilho Hugo Chávez. Os líderes do Podemos espanhol passaram um bom tempo na Venezuela custeados pelo caudilho vermelho mui amigo de Lula e seus sequazes.

Mas o Estadão e os demais veículos da grande mídia nem sequer tocam na palavra "comunismo", embora o objetivo dos esquerdistas de todos os matizes é a transformação do Brasil e de todos os países da América Latina em ditaduras comunistas. 

Todavia o editorial do Estadão pelo menos está bem escrito e sumariza toda aquela barbaridade ocorrida no último domingo e que se não fosse o Juiz Sergio Moro o Lula teria sido a principal figura do programa Fantástico da Rede Globo... 

Aliás. os jornalistas globais estavam excitadíssimos com a rocambolesca jogada dos comunistas travestidos de Partido dos Trabalhadores.

Eis a íntegra do editorial do Estadão, que atribui ao esquema golpista do PT de "erro" e afirma que o Partido se apequena ao vangloriar-se do "erro" cometido, quando se sabe que a tramóia faz parte do próprio esquema dos comunistas. Leiam:

SIMPLESMENTE VERGONHOSO

Três parlamentares de um mesmo partido realizaram uma manobra jurídica para tentar livrar da cadeia, contra todas as regras do Direito, o líder máximo da legenda. Foi por pouco, mas as autoridades judiciais conseguiram a tempo desvelar a malandragem, pondo fim à nefasta tentativa de burlar o Judiciário em favor da impunidade do político. Uma vez revelada a tramoia, seria de esperar que o referido partido estivesse profundamente envergonhado com a atitude de seus três parlamentares. A tentativa de ludibriar o Judiciário é grave atentado contra o País e contra a moralidade pública.

Foi o que o PT viveu nos últimos dias, só que ao contrário. Em vez de ficar profundamente consternada, a legenda tem se mostrado orgulhosa da manobra dos deputados Wadih Damous, Paulo Pimenta e Paulo Teixeira, que tentaram burlar o princípio do juiz natural a fim de tirar Lula da Silva da cadeia. Sem nenhum argumento jurídico que pudesse fundamentar a soltura do ex-presidente, eles impetraram um pedido de habeas corpus baseados tão somente no fato de que, na ocasião, o plantonista do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4.ª Região era o desembargador Rogério Favreto, cuja carreira tem fortes ligações com o PT.

Trata-se de verdadeira pirraça com o Estado de Direito. Desde domingo, lideranças petistas têm defendido a estapafúrdia ideia de que um magistrado, manifestamente incompetente para atuar no caso e manifestamente ligado ao partido, pudesse expedir alvará de soltura para o seu líder, que cumpre pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Com isso, o PT deu mais um passo para a desmoralização das instituições. Como se não bastasse promover o aparelhamento do Estado nos anos em que esteve no governo federal, o PT postula abertamente que as pessoas indicadas pela legenda continuem a trabalhar em seu benefício, a despeito do que a lei determina. O desembargador Rogério Favreto foi nomeado ao TRF-4 pela presidente Dilma Rousseff.

Sem solução de continuidade, o PT também pôs em andamento virulenta campanha contra as autoridades judiciais que desvelaram a manobra dos três deputados. Em completa inversão dos fatos, disseram que o juiz Sérgio Moro, que foi o primeiro a destacar que o alvará de soltura tinha sido expedido por quem não tinha direito de fazê-lo, havia agido por conta própria, o que seria a prova de seu ativismo antipetista.

Ora, foi o próprio desembargador Favreto que intimou o juiz da 13.ª Vara Federal de Curitiba a manifestar-se sobre a soltura de Lula. “Solicite-se ao juízo de primeiro grau que, no prazo de cinco dias, se entender necessário, preste esclarecimentos adicionais que reputar relevantes para o julgamento desta impetração, ressaltando que o transcurso do prazo sem manifestação será interpretado como inexistência de tais acréscimos”, escreveu o plantonista no seu despacho de domingo de manhã.

Fez bem, portanto, o juiz Sérgio Moro em atender com diligência à solicitação do desembargador Favreto para que apresentasse os devidos esclarecimentos. Havia erros crassos na decisão, que necessitavam ser retificados com urgência, para evitar danos maiores. O juiz da 13.ª Vara Federal de Curitiba lembrou que o desembargador plantonista não tinha competência para atuar no processo. Moro também apontou outro erro básico contido no pedido de habeas corpus impetrado pelos três deputados petistas: tendo sido a prisão de Lula determinada pela 8.ª Turma do TRF-4, não havia como o juízo de primeiro grau ser a autoridade coatora.

O PT não parece, no entanto, interessado nos fatos e tampouco no direito. A senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, chamou de “intromissão arbitrária administrativa” a decisão do presidente do TRF-4, desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores, que pôs um ponto final à insistência do desembargador Favreto em soltar Lula. Cumprindo estritamente suas atribuições institucionais, o presidente do TRF-4 dirimiu o conflito de competência, afirmando que o caso devia ser levado ao relator, pois o plantonista não era a autoridade competente para julgar o tal pedido de habeas corpus.

 

O partido de Lula apequena-se ainda mais ao se vangloriar dos próprios erros. O episódio de domingo não traz nenhuma glória. É simplesmente vergonhoso.

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