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Mesmo com os esforços do Jornal Nacional em promover a farsa, Protestos ganham tom anti-Bolsonaro e perdem fôlego em relação a atos do dia 15

Mesmo com os esforços do Jornal Nacional em promover a farsa, Protestos ganham tom anti-Bolsonaro e perdem fôlego em relação a atos do dia 15 - Otávio Sá Leitão

Mesmo com o Jornal nacional dedicando minutos e minutos com os protestos contra o “corte” da educação, cortes que não há, e sim contingenciamento, estudantes voltaram hoje às ruas em 24 estados e no Distrito Federal para protestar contra os bloqueios na educação. Capitaneadas por entidades como a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a Ubes (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), as manifestações encolheram, na comparação com os atos de 15 de maio, e incorporaram pautas como a reforma da Previdência e o pacote anticrime, enviado ao Congresso pelo ministro Sergio Moro.

Em Brasília, um boneco do presidente Jair Bolsonaro foi queimado por manifestantes. E o ministro da Educação, Abraham Weintraub, pediu que a população denunciasse quem estivesse nos atos em horário escolar. Na véspera, ele já havia dito que estudantes estavam sendo coagidos a protestar por professores.

Nos atos, o que se viu foi um verdadeiro caldeirão de pautas. Gritos e cartazes reuniram críticas a temas alheios aos recursos para universidades e educação básica – mote original dos protestos. Em alguns momentos, a impressão é que havia manifestações próprias conduzidas por grupos específicos – como o de médicos residentes, presentes aos protestos em São Paulo.

 

 

Universitários, professores e secundaristas formavam a maioria dos manifestantes. Os secundaristas, juntamente a um grupo autônomo de antifascistas, compunham a linha de frente em São Paulo. Durante a caminhada, quando a manifestação tomou a avenida Eusébio Matoso, carros que iam no sentido contrário buzinaram e ofenderam os presentes no protesto. “Vão trabalhar”, gritou um homem dentro de um veículo, logo respondido por um manifestante: “Vaza, bolsominion”

Fonte: NBO

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