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Embaixador Chinês Exige a Saída de Filipe Martins: A Política Externa Brasileira Sob Influência da China

Embaixador Chinês Exige a Saída de Filipe Martins: A Política Externa Brasileira Sob Influência da China - Otávio Sá Leitão

por paulo eneas
O embaixador chinês no Brasil, Yang Wanming, está enviando mensagens diretas por meio de emissários seus ao Presidente da República exigindo a demissão do assessor especial para assuntos internacionais, Filipe Martins. A informação foi trazida a público na noite desta segunda-feira (03/05) pelo site Metrópoles e confirmada pelo Crítica Nacional por fontes independentes.

A investida contra nossa soberania por parte do agente político do Partido Comunista Chinês blindado por credenciais diplomáticas ocorre três dias após as manifestações em apoio ao presidente ocorridas no último sábado. O que mostra como os comunistas chineses enxergam as manifestações democráticas: os mortos da Praça da Paz Celestial testemunharam isso.

Ainda segundo a reportagem do Metrópoles, o agente comunista chinês fez chegar ao Presidente Bolsonaro a mensagem de que “os chineses pensam que o relacionamento entre Brasil e China só teria a ganhar com a saída de Filipe [Martins] do cargo [de assessor internacional]”. Nossas fontes independentes também confirmaram esta informação.

No centro do lobby chinês contra Filipe Martins estão os interesses da Huawei, braço tecnológico e de espionagem e controle social do Partido Comunista Chinês. Também é alvo deste lobby a diretriz soberanista e pró-ocidental da política externa brasileira que prevaleceu durante a gestão do Chanceler Ernesto Araújo, diretriz esta que é espelhada por Filipe Martins na assessoria internacional ao presidente.

Um trecho da reportagem, que foi também confirmado por nós por fontes independentes, é revelador do poder de lobby do Partido Comunista Chinês dentro da área de relações internacionais do Governo Federal. O trecho afirma:

“O embaixador também disse a interlocutores que não é possível acreditar numa mudança real da política externa enquanto o assessor continuar com a destacada missão de influenciar Bolsonaro nos assuntos internacionais.” (grifo nosso)

O segmento acima confirma o que o Crítica Nacional já havia antecipado antes mesmo da saída de Ernesto Araújo: o Partido Comunista Chinês, por meio de seus prepostos junto à classe política de Brasília, iniciou uma operação ousada e sem mesuras para promover uma mudança na política externa brasileira, de modo a refletir os interesses chineses.

O primeiro round desta mudança foi a saída de Ernesto Araújo, exonerado da função de chanceler a mando do Partido Comunista Chinês por intermédio da senadora Katia Abreu e do deputado Fausto Pinato, presidente da Frente Parlamentar Brasil-China. O segundo round, para que haja uma “mudança real na política externa”, será a exoneração de Filipe Martins.

Essa cenário de agressão à soberania brasileira por parte do Partido Comunista Chinês foi antecipado pelo Crítica Nacional ainda durante a gestão do Chanceler Ernesto Araújo no artigo O Poderoso Lobby Chinês no Senado Federal Que Pretende Derrubar o Chanceler Ernesto Araújo, publicado no final de março deste ano. O cenário lá desenhado veio a confirmar-se.

Outra confirmação da ingerência chinesa na política externa brasileira veio de uma fonte insuspeita: o diplomata de carreira e funcionário aposentado do Itamaraty, Paulo Roberto de Almeida. Em mensagem em sua rede social “comemorando” a interferência de uma potência estrangeira em assuntos internos brasileiros, o diplomata globalista e vassalo dos chineses afirmou, em linguagem chula e vulgar:

“Êpa! Segunda bola na caçapa… Embaixador chinês pede a emissários de Bolsonaro a cabeça de Filipe Martins”.

Se existe uma segunda bola na caçapa, representada por Filipe Martins, não resta dúvida de qual foi a primeira bola que foi para a caçapa representativa da rendição de nossa política externa: a saída do chanceler Ernesto Araújo.

Não sabemos se o Presidente Bolsonaro irá ou não ceder a mais esta pressão chinesa. As informações seguras que temos é que muitos membros do entorno mais próximo do presidente, especialmente aqueles do Centrão, tendem a aconselhar o presidente a afastar Filipe Martins e desta forma promover a completa rendição da política externa brasileira aos interesses chineses.

Por fim, cumpre observar que estes eventos ocorrem no ano da véspera do bicentenário da Independência do Brasil. No entanto, o desenrolar dos fatos recentes no cenário geopolítico obriga-nos a questionar se chegaremos ao bicentenário como nação soberana de fato ou como colônia chinesa, sob a tutela de agentes políticos locais transformados em vassalos de uma ditadura sino-comunista genocida e anticristã.

Fonte: critica nacional

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