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O TSE recebe mais de 7 mil pedidos de registro de candidaturas para Câmara

O TSE recebe mais de 7 mil pedidos de registro de candidaturas para Câmara - Otávio Sá Leitão

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu mais de 7 mil pedidos de registros de candidaturas para concorrer a uma vaga na Câmara dos Deputados, o prazo para  registro de candidaturas terminou nesta quarta-feira (15).

Entretanto os números de registros de mulheres, indígenas e pretos ou pardos, ainda são irrisórios. Dos 7.218 registros, 31,6% foram de candidatas mulheres, 41% de pessoas que se declaram pardas ou pretas e apenas 37 registros de candidatos indígenas.

Segundo avaliação do professor da Universidade de Brasília, especializado em Direito Eleitoral, Erick Pereira “Muitas vezes as dificuldades, sejam geográficas ou sociais propriamente ditas, fazem com que se tenha uma lentidão no incentivo à inclusão, mesmo com a modificação que temos hoje no financiamento público que incentivou muitas candidaturas”.

De acordo com levantamento preliminar realizado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), e divulgado no início de agosto,  dos 513 deputados federais, mais de 90% buscam a reeleição. Os dados indicam que, “ 33 parlamentares desistiram de se recandidatar,  sendo 21 (4,09%) por desistência e 13 (2,53%) porque resolveram disputar outros cargos. Outros 70 deputados (13,65%) admitem concorrer ao Senado, a presidente da República, a governador e vice-governador ou a deputado estadual, dependendo de composições locais”.

Vale destacar que dois parlamentares disputam à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PSL-RJ) e Cabo Daciolo (Patriota-RJ).

O TSE tem até o dia 17 de setembro para analisar 24.597 registros para cargos eletivos. O secretário judiciário do TSE, Fernando Alencastro afirma que  “A Justiça Eleitoral vai fazer a análise de um a um para verificar se os candidatos preenchem as chamadas condições de elegibilidade e se nenhum desses candidatos incide em alguma inelegibilidade, aquilo que tornaria o candidato ficha limpa ou ficha suja”.(Com informações da Agência Câmara Notícias)

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