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Lésbicas progressistas matam as seis crianças que adotaram e se suicidam nos EUA

Lésbicas progressistas matam as seis crianças que adotaram e se suicidam nos EUA - Otávio Sá Leitão

Em março do ano passado, o New York Post noticiou nos EUA, a trágica morte de duas lésbicas brancas e seis crianças negras que haviam adotado. No entanto, a polícia descobriu que as crianças foram drogadas, antes que as mulheres acelerassem o carro para causar o acidente fatal.

Em abril deste ano, um júri da Califórnia determinou que o incidente não foi um acidente, mas um ato deliberado. As duas lésbicas cometeram suicídio e a morte das seis crianças passou a ser considerado um homicídio.

De acordo com uma testemunha, o veículo acelerou antes de cair do penhasco, na madrugada de 26 de março de 2018. Além disso, as autópsias realizadas revelaram que as crianças foram drogadas antes do homicídio.

Conforme estabelecido no processo judicial, as mulheres decidiram que, se não pudessem ficar com os filhos, ninguém os teriam.

Ativismo
As duas lésbicas, Jennifer e Sarah Hart, costumavam postar fotos de si mesmas e das crianças, Markis (19), Jeremiah (14), Abigail (14), Devonte (15), Hannah (16) e Ciera (12), com gestos sorridentes no Facebook. Parecia tudo muito idílico, um exemplo de “família progressista” e “inclusiva” para certas mídias.

Na época, Jennifer e Sara apoiaram o candidato esquerdista democrata, Bernie Sanders. Na imagem abaixo, estão as duas lésbicas e cinco de suas crianças adotivas, de camisas azuis, em um comício realizado em Vancouver, em 20 de março de 2016.

Foto: Tristan Fortsch/KATU News.

Fonte: Conexao politica

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