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O nome de Jair Bolsonaro sempre causa reações apaixonadas – seja de amor ou ódio. Há quem o ame, há quem o odeie.

O nome de Jair Bolsonaro sempre causa reações apaixonadas – seja de amor ou ódio. Há quem o ame, há quem o odeie. - Otávio Sá Leitão

Símbolo de um momento singular na Nova República, Bolsonaro tomou para si a direita política quando ela estava a ser escorraçada da mídia, da intelectualidade e da própria política. Mesmo com seus defeitos, ele foi o responsável por trazer de volta um debate democrático inexistente e deu dignidade a nossa débil república. 

Mas há quem tente disfarçar a repugnância a Bolsonaro. Há quem tente se colocar acima do bem e do mal. São aqueles que se dizem isentos: vociferam contra o petismo e as esquerdas, mas condenam quem faz esse trabalho prático na política e nos debates. Querem monopolizar todas as virtudes existentes, e tachar todo e qualquer um que conteste suas opiniões de ”extremista”.  

E a tal isentosfera já tem o seu novo representante: João Doria. O mesmo que não angariou apoio suficiente para disputar a presidência da república em 2018. O mesmo que ludibriou o eleitorado paulistano e abandou a prefeitura de São Paulo. O mesmo que já se declarou de ”centro”. Sim, é esse o personagem que a isentosfera adotou como liderança. 

 

Doria começou a atacar o presidente Bolsonaro em sua polêmica com Felipe Santa Cruz – o presidente nacional da OAB. Disse que sua fala foi ”infeliz”. Bolsonaro, por mais grosseiro e direto que seja, não mentiu. O pai de Santa Cruz era integrante Ação Popular Marxista-Leninista (APML), grupo terrorista responsável por diversas mortes no regime militar. A tal ”Comissão da Verdade” nunca se interessou pelos crimes cometidos pela esquerda armada. Nem João Doria. 

Depois, o mesmo Doria teve a coragem de dizer que não tinha alinhamento político com o governo Bolsonaro. Já que ele nunca quis tal alinhamento, ele parece não ter lembrado disso ao usar o nome de Bolsonaro para vencer o segundo turno na eleição para o governo de São Paulo. O ”Bolsodoria” levou muitos conservadores a votarem no tucano, escolhendo-o ao socialista Márcio França. Agora o alinhamento não é mais conveniente, podendo descer o sarrafo em Bolsonaro. Típica atitude dos covardes e aproveitadores. 

Com a troca de farpas entre a ex-presidente chilena Michelle Bachelet e o presidente Bolsonaro, a oportunidade perfeita para a isentosfera covarde posar de linda e atraente moral apareceu. E Doria não desperdiçou a chance de fazer o mesmo. Disse que o presidente Bolsonaro deveria ”cuidar mais do seu povo’ e brigar menos”. Também falou que “foi uma indelicadeza do presidente. Acho que ele pode compreender, talvez recuar e pedir desculpas”. 

Bachelet é alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, aquele órgão patético que vive crucificando EUA e Israel e passando pano para as verdadeiras atrocidades cometidas por ditaduras socialistas e islâmicas. Bachelet demonstrou preocupação com as mortes supostamente provocadas pela polícia e disse que a democracia está encolhendo no Brasil. Em um país onde a criminalidade é um problema grave, onde 60 mil pessoas perdem a vida por isso e a impunidade de criminosos é uma marca registrada neste país, Bachelet mostrou seu total desprezo e desconhecimento pela situação brasileira. 

Assim como o presidente francês Emmanuel Macron, Bachelet quis intervir indevidamente em um assunto que sua competência não a permite. O que fez Bolsonaro? O seu dever. Defendeu mais uma vez a soberania nacional e reafirmou que os destinos do Brasil dizem respeito aos brasileiros, e não a terceiros. Bolsonaro foi correto e muito claro na sua posição, mesmo exagerando em relação ao pai de Bachelet. 

Mas será mesmo que a soberania nacional é menos importante que fofocas da imprensa e da oposição sobre o jeito de se expressar do presidente? O futuro do povo brasileiro é menos importante do que a obrigação de agradar seus inimigos confessos? 

 

Para a isentosfera, a resposta óbvia é sim. Ela não quer um presidente; quer um pai ou um namorado. Não quer um líder que resolva os problemas da nação e acabe com a chaga da corrupção e da pobreza; quer um modelo de virtudes intelectuais para ter como parâmetro a seu ego inflado.  

João Doria acha que sua estratégia de se apresentar como moderado frente ao PT e a Bolsonaro o levará ao Palácio do Planalto. No que depender do povo, é improvável. Mas no que depender da grande mídia, dos Reinaldos Azevedos da vida e da isentosfera burra, ele é o seu escolhido. 

Referências: 

1.https://renovamidia.com.br/doria-diz-que-declaracao-de-bolsonaro-sobre-santa-cruz-e-inaceitavel/ 

2.https://oglobo.globo.com/brasil/nao-teremos-alinhamento-politico-com-governo-bolsonaro-diz-doria-23843478 

3.https://www.metrojornal.com.br/foco/2019/09/05/doria-bolsonaro-cuidar-do-povo.html 

4.https://www.youtube.com/watch?v=UyaVKkX7poQ 

5.https://www.gazetadopovo.com.br/vozes/alexandre-garcia/boslonaro-bachelet-pai/ 

Fonte: Renova midia POR CARLOS JÚNIOR

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