Confira os sites mais acessados da Paraíba!

Ranking com credibilidade e confiança!

Avalie os políticos da Paraíba!

Você pode ver e votar nos políticos do Estado.

Política econômica de Dilma pode ter custado R$ 7,4 trilhões até 2018

Política econômica de Dilma pode ter custado R$ 7,4 trilhões até 2018 - Otávio Sá Leitão

A Nova Matriz Econômica, política econômica intervencionista implementada nos governos do Partido dos Trabalhadores (PT), teria custado um total acumulado de R$ 7,4 trilhões de PIB.

O número pode parecer exagerado, sobretudo no momento em que discutimos uma reforma da Previdência robusta, capaz de economizar R$ 1,1 trilhão em 10 anos, mas o estudo de Jensen, publicado na coluna de opinião do site Money Times, apresenta dados para comprovar tal afirmação.

Segundo o artigo do pesquisador, entre 1999 e 2010, o Brasil registrou crescimento de 3,5% ao ano, um número semelhante a demais países vizinhos da América Latina.

Este período, avalia Jensen, corresponde aos anos em que o Brasil adotou o tripé de política econômica, voltado para a geração de superávits primários e baseado no sistema de metas de inflação.

A política do tripé econômico, ainda segundo Jensen, seria substituída pela Nova Matriz Econômica a partir de 2011.

O programa adotou uma série de medidas intervencionistas sobre a economia, visando “aumentar o crescimento doméstico num contexto de certa fraqueza da economia global após a crise de 2008/09”.

Entre as medidas intervencionistas adotadas estavam políticas de subsídios de preços da eletricidade e combustíveis, desonerações de tributos à industria, juros baixos incentivados por bancos públicos e política cambial de desvalorizações.

Jensen considera que estas medidas teriam agravado as contas públicas e o grau de endividamento público.

“Com alguns desequilíbrios já aparentes, como a alta da inflação, o governo decidiu subsidiar alguns preços, como energia e combustíveis, piorando o problema fiscal, que sai de superávits primários acima de 3% do PIB para recorrentes déficits, tendo chegado a -2,5% do PIB em 2016”, avalia o pesquisador, segundo o Boletim da Liberdade.

Fonte: Renova midia

Comentários