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O guru de Bolsonaro?

O guru de Bolsonaro? - Otávio Sá Leitão

É raro abrir sites, jornais, blogs e páginas de redes sociais voltados para o noticiário político atualmente e não se deparar com manchetes que reduzem, desprezam ou ofendem o tal do Olavo de Carvalho.

Afinal, o que esse homem fez de tão horrível para ser tão perseguido pela classe jornalística deste País?

Quem é, de fato, o Olavo?

Por que ele atrai tanta atenção da imprensa, dos políticos e da população politicamente engajada hoje em dia?

O interessantíssimo da resposta para essas perguntas é que ela já foi exaustivamente respondida pelo próprio filósofo.

Antes de tudo, é necessário esclarecermos o que Olavo faz da vida

Olavo Luiz Pimentel de Carvalho é um filósofo, escritor, professor, influenciador e conselheiro de seus espectadores e alunos.

Olavo é um homem racional.

Dedicou sua vida à busca sincera pela verdade, ao olhar amplo sobre a realidade, à procura pela compreensão real de Deus, do mundo, do homem e da vida.

Digo tudo isso na minha mais limitada capacidade de descrição sobre ele.

Mas é preciso sabermos que Olavo é um intelectual.

Isso é importante, pois, somente sabendo disso, já podemos desconsiderar a maioria das palavras escritas sobre o filósofo, quase sempre escolhidas de forma desonesta, passional e desprovida de qualquer interpretação real sobre a vida e sobre a obra dele.

A imprensa insiste em classificar o professor como uma simples referência política; como um influenciador eleitoral; como um controlador do Governo atual — sempre distorcendo todas as suas colocações e mentindo acerca de suas declarações.

A estratégia é forjar uma humilhação pública — apresentando-o de forma ridícula diante da sociedade para, por fim, tentar assassinar a sua reputação e reduzi-lo ao nada.

Eu digo ‘nada’, pois o “tudo” desse tipo de gente é o poder imediato; é o controle social pela ocupação de cargos; pelo domínio das narrativas, do dinheiro, da força física ou bélica.

Como Olavo está fora dessa disputa, e a ele não interessam esses poderes imediatos, na cabeça dessas pobres almas ele não está no tudo. Consequentemente, se não está no tudo, está no nada.

Porém, uma pergunta surge diante dessa reflexão: se Olavo, para eles, não é nada e não é ninguém, por que insistem em empenhar essa guerra violenta contra ele?

A resposta é: o medo.

Estes grupos que fazem oposição ao Governo Bolsonaro, ao pensamento conservador, e buscam implantar a mentalidade revolucionária no Brasil, aos moldes do que vem ocorrendo há décadas, estão sentindo na pele o poder e a influência do professor Olavo, que é um tipo de força intelectual, muito mais poderosa do que um mero cargo político ou patrimônio financeiro, que são bens passageiros.

Segundo o próprio filósofo, existem três tipos de poder que um homem pode alcançar.

São eles: o poder financeiro, por meio do dinheiro; o poder político, por meio da capacidade de controlar massas sociais e, em mais longo prazo, o poder intelectual, por meio dos ensinamentos e ideias construídos ao longo de sua vida, que podem perpetuar por gerações seguintes.

Esse último é o mais alto poder que um homem pode alcançar. Percebam que, Jesus Cristo, Aristóteles ou São Tomás de Aquino possuem infinitamente mais influência e poder sobre as pessoas que estão vivas do que um Bill Gates ou um Bolsonaro.

Os inimigos de Olavo sabem, intuitivamente – e não racionalmente –, disso, e por isso o temem.

E essa tentativa vã de anular o poder intelectual é a grande finalidade dos jornalistas cretinos, que mentem e inventam absurdos sobre Olavo de Carvalho. Ao notar a sua grande relevância, construída com muito suor e humildade ao longo de décadas de estudo e trabalho, os seus inimigos, que também são inimigos de Bolsonaro, tentam instintivamente rebaixar o seu patamar, colocando-o como um mero influenciador da política brasileira atual. É como tentar transformar a sua força racional em uma força meramente política, o que é impossível!

Olavo constrói há muitos anos um patrimônio filosófico, educacional, que durará incontáveis gerações.

Nunca antes, na história do Brasil, houve um filósofo, um pensador, que possuiu tanta intimidade com o pensamento da sociedade, com o imaginário popular, com os valores carregados pela nação brasileira.

A leitura dos seus textos são leituras incrivelmente reveladoras.

Não há quem o leia e não reflita, não aprenda, não abra a mente para muitos aspectos da própria vida ou não se surpreenda com a capacidade incessantemente certeira do escritor.

Esse contato, que ele fez e ainda faz com seus alunos, leitores e espectadores, é transformador, revelador e inquebrável.

Ele morrerá e sua influência permanecerá.

Contudo, o mais surpreendente é que esse comportamento passional, instintivo e mau-caráter de grande parte da imprensa e da oposição já foi há muito tempo descrito pelo próprio filósofo em seus livros e artigos.

Qualquer um que já tenha lido seus dois livros mais vendidos, ‘O mínimo que você precisa para não ser um idiota’ e ‘O imbecil coletivo’, já conhece o padrão de comportamento, de opiniões e de adjetivos utilizados por quem, hoje, o critica e o ofende diariamente.

Chega a ser divertido, algumas vezes, pois nós, leitores de Olavo, sabemos o que seus inimigos estão fazendo.

Mas eles mesmos, os inimigos, por nunca terem sequer superado a preguiça de ler algum escrito do professor, não conhecem os seus próprios comportamentos e atitudes.

Tudo é previsível.

E o final da história também já é conhecido: quanto mais ofenderem a Olavo, de forma mentirosa, desonesta e irreal, mais estarão cavando a própria cova.

É uma tentativa totalmente vã.

Ademais, tudo isso ocorre por causa de um fenômeno descrito pelo filósofo em dois de seus artigos, que são meus preferidos: ‘A psicologia do fanatismo’ e ‘Ainda o fanatismo’, publicados no Jornal da Tarde, em 2002.

Neles, o autor revela os comportamentos e pensamentos de um homem fanático, e como esse homem vai manifestar a sua paixão na sociedade.

O fanatismo é inimigo da razão, e esses canalhas que hoje tentam destruir o Brasil, atacando o Governo e tentando arruinar a reputação de pessoas honestas, são fanáticos alucinados pelo poder imediato, instantâneo.

Se ao menos parassem para pensar um pouco mais, agindo com razão, buscariam o poder intelectual, que é mais forte e duradouro — desenvolvendo raciocínios e pensamentos que verdadeiramente influenciariam a sociedade por muito tempo.

Mas a sua causa apaixonada os conduz pelo desespero de ocupar cargos e obter dinheiro, por onde correm todos os dias salivando como animais, irracionais, pelo imediatismo político, sem tempo para buscar a vida intelectual.

Assim, tudo que lhes resta é enxergar Olavo de Carvalho como uma referência imediata, como se a grande influência dele, hoje em dia, estivesse resumida à política cotidiana.

Denominam-no, portanto, ‘o guru de Bolsonaro’, em um desespero claro, e falho, de enquadrar um grande filósofo como uma simples personalidade partidária.

Mal sabem eles que Olavo nada ganha para estar ao lado de Bolsonaro, e apenas o faz por desejar o melhor para o Brasil, e nada mais.

Mal sabem eles que cargos e dinheiro nada interessam ao professor, que, diga-se de passagem, recusou um convite ao MEC, e vive ‘muito bem, obrigado’ em sua bela casa, na Virgínia, EUA.

Mal sabem eles que o Governo Bolsonaro passará, e Olavo permanecerá, por gerações e por séculos, sendo lembrado como um dos maiores brasileiros da história.

Sim, pelo simples fato de ter coragem e honestidade para abrir a mente de muitas pessoas sobre a realidade dos fatos históricos e contemporâneos, e ter atingido o melhor poder que o homem pode obter: a habilidade de melhorar a vida das pessoas, de transformar uma sociedade com o bem e com a verdade.

Como toda sinceridade, deixo aqui a minha grande gratidão ao querido professor Olavo de Carvalho!

Fonte: Anderson Feitosa

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