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Uma das maiores Fake News criadas para atacar Bolsonaro caiu

Uma das maiores Fake News criadas para atacar Bolsonaro caiu - Otávio Sá Leitão
Promotoria do Rio confirmou que áudios e planilhas comprovam que a ligação de interfone não foi para a casa de Jair Bolsonaro.
 

A  promotora Simone Sibilio, do Ministério Público do Rio, afirmou que o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde morava Ronnie Lessa, um dos dois acusados de matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e seu motorista Anderson Gomes, mentiu em depoimento ao citar o nome do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo reportagem exibida nesta terça-feira, 29, no Jornal Nacional, da TV Globo, o empregado afirmou à Polícia Civil que, às 17h10 de 14 de março de 2018 (horas antes do crime), um homem chamado Elcio (que seria Elcio Queiroz, o outro acusado pelo duplo homicídio) entrou no condomínio dirigindo um Renault Logan prata e afirmou que iria à casa 58, que pertence a Bolsonaro e onde morava o presidente.

“(O porteiro) mentiu. Pode ser por vários motivos. E esses motivos serão apurados. O fato é que as ligações comprovam que quem autorizou foi Ronnie Lessa”, afirmou Simone Sibilio, coordenadora do Gaeco, durante entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira, 30.

Segundo as promotoras do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), planilhas e áudios comprovam que foi o próprio Lessa quem autorizou a entrada de Élcio. Apesar de a declaração do porteiro conter, em tese, alegações falsas, o depoimento foi enviado para o Supremo Tribunal Federal (STF) no dia 10 de outubro, junto com as planilhas e os áudios. Isso porque a simples menção ao presidente Bolsonaro, deputado federal à época do crime, já faz com que seja necessário subir o caso, por causa do foro privilegiado.

Fonte: Noticia Brasil online. By RAFAEL BRUNETTI

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