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FRACASSA TENTATIVA DAS NAÇÕES UNIDAS DE IMPOR AGENDA ABORTISTA SOB PRETEXTO DO VÍRUS CHINÊS

FRACASSA TENTATIVA DAS NAÇÕES UNIDAS DE IMPOR AGENDA ABORTISTA SOB PRETEXTO DO VÍRUS CHINÊS - Otávio Sá Leitão

por angelica ca
A Organização das Nações Unidas (ONU) recuou depois que mais de meio milhão de pessoas assinaram uma petição online para impedir que aproveitassem da pandemia do vírus chinês para pressionar os países membros a aceitar uma agenda de controle populacional que inclui a legalização do aborto até 2030.

O diretor de campanhas da plataforma CitizenGO, Luis Losada Pescador, coletou mais de meio milhão de assinaturas para exigir que as Nações Unidas cessassem a pressão sobre os países para garantir o aborto até 2030. A pressão obteve êxito e no dia 06 de julho, quando a mesa da Comissão de População e Desenvolvimento das Nações Unidas decidiu, após falta de consenso, renunciar ao parágrafo que tentava impor a agenda abortista.

O ativismo civil contou com o apoio de governos dos Estados Unidos , Brasil e Grupo Africano, que expressaram publicamente sua rejeição ao parágrafo do documento da ONU que exigia que fosse incorporado o direito ao aborto na legislação nacional dos países que se beneficiam dos planos de assistência.

“Conseguimos participar dessa batalha com a nossa campanha. Nós escrevemos e-mails, assinamos a petição, enviamos tweets, fizemos lobby. E graças a Deus, o direito à vida prevaleceu. A agenda de morte e aborto não avançou”, afirmou Losada Pescador.

No início de abril, a Organização Mundial de Saúde (OMS), braço chinês da esquerdista e globalista Organização das Nações Unidas, divulgou um comunicado classificando os serviços de saúde reprodutiva como essenciais:

“Os serviços relacionados à saúde reprodutiva são considerados parte dos serviços essenciais durante o surto de COVID-19. Isso inclui métodos contraceptivos, cuidados de saúde de qualidade durante e após a gravidez e o parto e aborto seguro em toda a extensão da lei”, afirma um trecho do comunicado. Com informações de ACI Prensa, ACI Digital e PanamPost.

Fonte: critica nacional

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