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Enquanto Dória critica presidente Bolsonaro tentando ganhar capital político, hospitais fecham as portas em São Paulo

Enquanto Dória critica presidente Bolsonaro tentando ganhar capital político, hospitais fecham as portas em São Paulo - Otávio Sá Leitão

Referência em infectologia, Emílio Ribas tem andares fechados e reforma que se arrasta há anos

Como tática politiqueira, João Dória vem se aproveitando do inevitável espraiamento do vírus chinês para criticar o Presidente Jair Bolsonaro e ganhar capital político, exaltando marqueteiramente as ações de seu Governo no estado de São Paulo. No entanto, o ‘governador gestor’ começa a ver pipocar problemas básicos relacionados à área da Saúde no estado, sobretudo em importantes centros hospitalares da cidade de São Paulo.

Pelo menos três hospitais estão com sérios problemas e denúncias de mau funcionamento. Um deles é o hospital Emílio Ribas. Lá, de acordo com denúncias feitas pelo Estadão, dois andares inteiros estão fechados para reforma há meses sem serem reabertos. O hospital tem nove. Além disso, um pronto-socorro velho teve de ser reaberto para comportar o número de atendimentos.

Divas da Opressão@OpressaoDivas
 
 

- Complexo Hospitalar Heliópolis: FECHADO;
- Hospital do Mandaqui: Fechado;
- O MAIOR HOSPITAL DE INFECTOLOGIA DO ESTADO EMILIO RIBAS: diversos andares fechados e teve que reabrir às pressas sem planejamentos e sem gerenciamento de crise;
O que estão aplaudindo:

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Segundo o site gazeta conservadora

Emílio Ribas

O Hospital, que fica no bairro de Cerqueira César -centro da cidade-, passa por reformas a seis anos. Nenhuma das gestões anteriores dos PSDB conseguiram terminá-lo, nem agora o ‘gestor’ João Dória. A unidade também contava, até o dia 19, com 16 casos de contaminação por Covid-19.

Mandaqui

Outro complexo hospitalar fechado atualmente é o Mandaqui. O complexo fica no bairro de mesmo nome, é um dos principais da região norte e responde por milhares de atendimentos todos os dias. Entretanto, está no centro de uma denúncia de falta de equipamentos básicos para segurança dos funcionários como álcool, luvas de látex e máscaras.

Ao Portal UOL, uma funcionária do centro relatou o seguinte: “A diretoria alegou ser dispensável o uso das máscaras. Mas todos nós do ambulatório gostaríamos de ter máscaras à disposição, para prevenção e segurança. […] E nem todos os setores têm saboneteiras com álcool gel, uma necessidade primária nesta situação“.

Ainda de acordo com a matéria, outro centro hospitalar com os mesmos problemas na região norte da cidade, é o Hospital Geral de Taipas (que fica mais a noroeste da capital). Além do Hospital Regional Ferraz de Vasconcelos.

O hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, considerado referência no atendimento aos casos suspeitos de covid-19, também está com problema de equipamentos básicos, como no Mandaqui.

Heliópolis

 

Já no hospital de Heliópolis a situação é ainda mais grave. Passou partte do dia de ontem (21) fechado. No entanto, a decisão parece histérica, pois a medida foi tomada após dois casos de contaminação por Covid-19 serem confirmados. Neste momento de início de contágio em massa, o centro deveria justamente atender a essas pessoas, não fechar suas portas à população. Hoje (22), tentamos contato por telefone na unidade para saber de seu funcionamento, mas não obtivemos retorno até o momento.

Fonte: NOTICIABRASILONLINE. RAFAEL TADEU

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