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Voto do relator no TRF-4 provoca reunião urgente do PT para mudança imediata de estratégia. Confira!

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Voto do relator no TRF-4 provoca reunião urgente do PT para mudança imediata de estratégia. Confira!
Da China, onde participava de um evento realizado pelo Partido Comunista Chinês, a senadora Gleisi Hoffmann fez inúmeras ligações telefônicas na tentativa de organizar uma reunião da cúpula petista com o meliante Lula, tão logo ela desembarque de sua viagem internacional, nesta segunda-feira (4).

O PT contava em arrastar o processo de Lula no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) até o início da campanha de 2018, para que o nome do ex-presidente, antes de uma eventual condenação, fosse aclamado na convenção partidária e assim pudesse concorrer sub-judice.

Foi traído pela agilidade do desembargador João Pedro Gebran Neto, o relator que já concluiu e efetuou a juntada de seu voto.

Diante disso, com o recesso do Judiciário nos meses de dezembro e janeiro, o processo de Lula deve ser julgado em fevereiro, no mais tardar em março.

Uma vez condenado, vira ficha suja e não poderá ter o seu nome submetido à convenção, pois estará inelegível e possivelmente preso.

Gleisi, que também corre o risco de ficar inelegível e presa, caso seja condenada pelo STF em julgamento que também deve ocorrer logo no início do próximo ano, é o protótipo do desespero.

A farra está chegando ao seu final definitivo.

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Em entrevista exclusiva à BBC Brasil, o prefeito de São Paulo, João Doria, afirma que o próximo presidente do país deveria ser um “gestor”, adjetivo que constantemente usa para definir a si próprio. Ele ainda classifica os eleitores do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líder nas pesquisas na corrida presidencial de 2018, como mal informados ou defensores “das mazelas e do mal feito” e minimiza o crescimento do atual segundo colocado, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ).