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VALESCA POPOZUDA NA LAVA JATO. Click e leia no site do Tavinho

Para conter crise, Renan cita Valesca: 'Sem tiro, porrada e bomba'

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Ao pedir serenidade e sensatez para conter a crise econômica, o presidente do Senado,Renan Calheiros (PMDB-AL), apelou a um trecho da música “Beijinho no ombro”, da cantora Valesca Popozuda.

"Tiro, porrada e bomba, para utilizar uma expressão tão contemporânea da música brasileira, não reerguem nações. Espalham ruína e, lamentavelmente, só ampliam os escombros. Nós não seremos sabotadores da nação e nem agentes de mais instabilidade", disse Renan ao G1. "Não somos e nem seremos narradores impessoais desse precipício. A crise atual não é apocalíptica. Mas exige de todos sensatez e serenidade em busca de saídas”, acrescentou.

Esta não é a primeira vez que este trecho da música aparece no noticiário. Em abril do ano passado, ele foi citado em uma prova de filosofia de uma escola do DF. O enunciado do teste dizia: “Segundo a grande pensadora contemporânea Valesca Popozuda, se bater de frente…”. Os estudantes tinham que completar e a resposta correta era "é só tiro, porrada e bomba".

Agenda Brasil

O peemedebista falou na instalação da comissão que vai analisar a Agenda Brasil. Nesta terça-feira (1º), ele disse ter pedido à presidente Dilma Rousseff o "incondicional apoio à agenda", e afirmou que a série de medidas propostas para a tentativa de minimizar a crise econômica tem como principal objetivo evitar a perda do grau de investimento do País pelas ações de classificação de risco.

Segundo ele, o principal objetivo da agenda é trabalhar para reverter a perspectiva de perda do grau de investimento.

Orçamento

Renan também rechaçou o pedido da oposição de devolver ao Planalto o orçamento deficitário. De acordo com ele, caberia ao Congresso aperfeiçoá-lo.

"Desde ontem eu digo que eu não cogito devolver a proposta orçamentária. Eu acho que é papel do Congresso Nacional melhorá-la, dar qualidade e cabe ao governo federal sugerir caminhos para a superação do déficit", ponderou antes do encontro com os líderes oposicionistas.

Após a reunião, líderes de oposição relataram que o presidente do Senado se mostrou disposto a solicitar ao Executivo um aditamento à peça orçamentária, indicando onde os cortes poderiam ser feitos, para minimizar o déficit estimado em R$ 30,5 bilhões. Segundo os relatos, Renan concordou que não caberia ao Congresso decidir onde deve cortar gastos e teria sinalizado ainda que a proposta orçamentária poderia ficar paralisada até o governo definir os cortes.

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