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R. I. P. Jornalismo: Folha disseca vida sexual de PM Juliane para menosprezar seu assassinato

Rogério Pagnan, que já atuou como testemunha de defesa de Alexandre Nardoni, descreveu "bebidas e beijos" antes da morte da PM Juliane. E se fizesse o mesmo com Marielle Franco?

R. I. P. Jornalismo: Folha disseca vida sexual de PM Juliane para menosprezar seu assassinato

A Folha de S. Paulo ultrapassa quase todo dia o limite aceitável do que é transformar o seu jornalismo em propaganda ideológica em busca de revolucionar a sociedade e forçar com que todos aceitem as pautas do PSOL e do PSTU, mas a forma como lidou com a morte da PM Juliane, assassinada a favela de Paraisópolis, em São Paulo, ultrapassou todos os limites da decência.

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A matéria se intitula Policial Juliane teve seus últimos momentos com bebida, pegação e dança. Notando que havia dado um passo muito além em sua agenda ultra-militante até para seus próprios padrões, a Folha inclui “livres” depois de “últimos momentos” após um tempo, embora o título original ainda permaneça no endereço url e na chamada no Twitter.