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Perícia Da PF Dá Razão A Moro, Constata Que Houve Procedimento Ilegal No Sítio De Lula E Silencia STF

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Perícia Da PF Dá Razão A Moro, Constata Que Houve Procedimento Ilegal No Sítio De Lula E Silencia STF

A perícia da Polícia Federal (PF) fez uma conclusão detalhada sobre o processo do sitio de Atibaia que o Ministério Público Federal (MPF) afirma ser do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Conforme informações da PF, o setor de propinas da construtora Odebrecht teria usado dinheiro da Petrobras para distribuir pagamentos ilegais.

Lula é acusado de receber propina da Odebrecht para reformar o sítio e os procuradores afirmam que ele é dono da propriedade. A conclusão da perícia acaba se tornando uma vitória do juiz federal Sérgio Moro . Ele tem sido acusado por políticos e advogados de analisar e apurar processos que não tem envolvimento com a Petrobras e que não deveriam estar em suas mãos.

A própria Segunda Turma da Corte  decidiu que todas as delações do ex-executivos da Odebrecht, que envolvem Lula, fossem retiradas de Moro, porém, após essa descoberta da PF, a decisão dos ministros pode estar equivocada, já que o dinheiro irregular supostamente recebido pelo ex-presidente está ligado com os desvios da Petrobras.

O documento da perícia informou que “esse caixa único tem como fonte diversas obras, tanto no Brasil quanto no exterior, inclusive da Petrobras”.

Registros da Odebrecht
Os peritos não conseguiram afirmar com exatidão se o dinheiro usado para a reforma do sítio veio de desvio da Petrobras, porém, a perícia encontrou registros contábeis no sistema da construtora que podem ser um indício grande do envolvimento da estatal petrolífera.

Recentemente, delatores da Odebrecht afirmaram que as reformas no sítio de Atibaia eram marcadas com o termo “Aquapolo”.

Os peritos encontraram registros financeiros nos quais constavam esse termo “Aquapolo” batendo com aquilo que foi delatado pelos ex-executivos.

Ministros da Corte
A decisão da Segunda Turma da Corte, no mês passado, considerou que a delação da Odebrecht não tem nada a ver com o sítio de Atibaia e, portanto, está fora do julgamento da Lava Jato. Os direcionamentos dos depoimentos recebidos, de acordo com os ministros, não devem ir para Moro.

Na época, Moro preferiu não se pronunciar sobre a decisão da Segunda Turma. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, ficou revoltada e disse que iria recorrer.

Essas informações divulgadas pela revista Crusoé podem mudar o rumo das coisas. O MPF poderia entrar com um pedido ao Supremo para que seja novamente analisado a decisão que retirou trechos da delação da Odebrecht das mãos do juiz Sérgio Moro.

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