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O PT se aproxima perigosamente do fascismo – e não é força de expressão

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O PT se aproxima perigosamente do fascismo – e não é força de expressão

O PT foi o principal responsável pela absoluta banalização da palavra “fascismo” na língua portuguesa. Entre a esquerda, e entre os que não possuem muita experiência de vida (categorias com avantajada intersecção), é muito comum se impressionar com palavras poderosas, de fortíssimo impacto psicológico, como “fascismo”, “opressão”, “exploração”, “conservadores”, “burguesia”, “trabalhadores”, “justiça social” ou “desigualdade”.

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Qualquer tentativa de definir tais conceitos acima da média de reflexão de um refrão de funk demonstra as lacunas de pensamento entre jovens e esquerdistas, que ou vão se atrofiando e formando ideólogos e massas de manobra, ou vão sendo preenchidas com novos pensamentos que aclareiam conceitos e afastam as vítimas de reducionismos propagandísticos.

É comum ver a confusão da esquerda, que sempre amou tudo do período mais autoritário da história da Rússia, de repente achar um absurdo uma falsa (e dada como consensual) intervenção russa nas eleições americanas (pode-se bem imaginar como pensariam o oposto se a narrativa fosse de russos intervindo para eleger Bernie Sanders). Ou vociferando contra Donald Trump por não aderir a tratados comerciais que o PT e a esquerda tanto criticava no começo dos anos 2000.

Ou ainda criticando tanto a direita por defender uma moral judaico-cristã, e ao mesmo tempo jurando que o nazismo faz parte do pensamento de direita – o nazismo, derrotado pela Inglaterra e pela América enquanto Hitler fazia pactos com Stalin, sendo a própria consubstanciação do que é o ódio a uma moral criada por judeus e revelada a Moisés no Sinai separando o poder sacerdotal do poder real. Isto para não falar em temas de absurda complexidade, como a Terceira Roma, a hégira islâmica, o globalismo ou a Primeira Guerra Mundial.

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