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O pavor do poder das redes sociais nas próximas eleições. Confira!

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O pavor do poder das redes sociais nas próximas eleições. Confira!
Imaginem a saudade que as atuais oligarquias políticas estão sentindo da época em que apenas os meios tradicionais de comunicação (TV, rádio, jornal e revista) controlavam a moda, os hábitos e os costumes da sociedade brasileira.

Era fácil induzir a escolha de um candidato "amigo".

As redes sociais vieram para quebrar essa hegemonia macabra e para tirar a paz dos grupos que se beneficiavam deste domínio, tornando-se a maior inimiga de ditadores e de corruptos acostumados a se eternizarem no poder.

A grande mídia está apavorada com esta nova realidade. Perderam por completo o seu poder de manipulação. 

Um bom exemplo disto é o ataque infrutífero que vários grupos de comunicação estão fazendo contra o candidato a presidente Jair Messias Bolsonaro, que continua aumentando sua popularidade graças as redes sociais. 

Com a frase, "Bolsonaro é igual a massa de pão, quanto mais se bate mais ele cresce", ele segue em frente, firme e forte.

A diretora de uma empresa que tentou diagnosticar alguns fatos ocorridos nas eleições francesa e britânica, Claire Wardle, afirma que o Whatsapp pode ser uma arma poderosa na disputa política, principalmente onde existe polarização entre dois candidatos antagônicos.

Segue afirmando: "Dois candidatos com tendências populistas, na esquerda e na direita do espectro político, lideram as pesquisas de opinião: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, e o ex-capitão do exército Jair Bolsonaro, respectivamente. Os candidatos mais moderados estão muito atrás."

Como Lula corre o risco de não poder concorrer as próximas eleições presidenciais, Bolsonaro é realmente uma "grande ameaça" para os partidos de esquerda.

O Whatsapp será a arma mais poderosa deste arsenal tecnológico, já que seu conteúdo é criptografado e sigiloso, é praticamente impossível de ser controlado.

A eleição de  2018 promete muitas emoções e surpresas.

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