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O Congresso tem fila de projetos que criam mais gastos. Rombo pode chegar a R$ 48,3 bihões

Quem vai pagar a conta, deputado?”, questionou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a um correligionário na sessão de terça-feira (10).

O Congresso tem fila de projetos que criam mais gastos. Rombo pode chegar a R$ 48,3 bihões

a semana em que devem votar as regras para elaborar o Orçamento de 2019, que já prevê déficit nas contas públicas, parlamentares aproveitaram a terça-feira (10) no Congresso Nacional para aprovar projetos que criam mais gastos.

O plenário do Senado decidiu conceder aos fabricantes de refrigerante um benefício que tinha sido suspenso. É uma isenção de R$ 740 milhões que sairá dos cofres da União.

Já na Câmara, os deputados colocaram os gastos na conta do contribuinte. Ao aprovar projeto que permite que famílias de baixa renda não paguem conta de luz, foram repassados os prejuízos com os furtos de energia, conhecidos como gatos, aos consumidores. Com isso, a conta de luz pode aumenta até 5%.

As emendas ao projeto que também facilita a venda da Eletrobrás foram criticadas pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ao correligionário, José Carlos Aleluia (DEM-BA), Maia disparou: "Quem vai pagar a conta, deputado?"

Há ainda uma fila de projetos que criam gastos prontos para serem votados pelos parlamentares. A força-tarefa dos congressistas mira nas eleições. Considerando que o segundo semestre no Congresso deve ser parado por causa do período que antecede ao pleito, os parlamentares correm para mostrar resultados às suas bases eleitorais.

Cálculo do jornal O Globo indica que os projetos que estão na fila para serem votados podem gerar uma despesa de até R$ 48,3 bilhões. Para chegar a essa conta, a reportagem levou em conta propostas que vão desde compensações por desoneração de ICMS sobre exportações até o projeto que cria mais municípios.

Reajuste a servidores

Em junho, o texto do projeto Lei de Diretrizes Orçamentária para 2019 previa um déficit de R$ 139 bilhões, R$ 20 bilhões que o verificado ano passado.

Um os impasses na votação desse texto é justamente um dispositivo que aumenta despesa, é o que trata do reajuste dos servidores públicos. O relatório do senador Dalírio Beber (PSDB-SC) congela a remuneração desses trabalhadores. Servidores têm feito protestos e pressionados os parlamentares para que o aumento nos salário seja mantido.

Além de cortar o reajuste, o relatório também abre a possibilidade de redução nas verbas de funcionamento dos órgãos públicos.

Desde segunda-feira (9) se intensificaram as conversas para resolver a polêmica em torno dos salários. A expectativa é que o texto seja votado nesta quarta-feira (11), em sessão do Congresso.

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