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Haddad representa o retrocesso e a ameaça da volta de tudo que o Brasil quer se ver livre

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Haddad representa o retrocesso e a ameaça da volta de tudo que o Brasil quer se ver livre

O segundo turno da eleição para presidente este ano oferece duas alternativas bastante claras ao eleitor: a possibilidade de volta do PT ao poder, junto com toda a cultura condenável da legenda defendida por suas lideranças, e a possibilidade de rompimento com os modelos políticos tradicionais. De um lado, um candidato que pode ser classificado por muitos como uma fraude. O próprio Fernando Haddad, representante do PT na disputa pela vaga ao Palácio do Planalto, já assumiu em diversas oportunidades que está subordinado aos caprichos do ex-presidente Lula, um presidiário que cumpre pena de mais de 12 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

O homem que Haddad defende cometeu os crimes pelos quais foi condenado valendo-se de prerrogativas outorgadas pelo povo que o elegeu presidente da República duas vezes. Lula traiu a confiança do povo ao se aproveitar do cargo e influência para promover negociações espúrias, beneficiar amigos e tirar proveito pessoal de desvios de dinheiro do contribuinte.

Já o candidato Jair Bolsonaro, por mais controverso que possa parecer, possui compromissos que vão de encontro aos anseios de maior parte da população. O candidato do PSL à Presidência tem sua candidatura ancorada por um grupo político que, a exemplo do próprio Bolsonaro, ancoraram suas candidaturas a partir das Redes Sociais, onde angariaram milhões de seguidores com os quais se comprometeram a promover as mudanças aprovadas por milhões de eleitores que depositaram seus votos nas urnas nas eleições de outubro. Ao contrário dos políticos tradicionais, que somem após cada eleição, Bolsonaro e seus apoiadores serão monitorados de perto e cobrados por milhões de seguidores nas Redes Sociais. Terão não apenas que promover as mudanças que se comprometeram a fazer, como também apresentar projetos prometidos, lutar por pautas como a redução de impostos, aumento da pressão sobre a criminalidade, ampliar e facilitar a vida de empreendedores, gerar empregos, etc.

Há pontos negativos contra qualquer ser humano. Entretanto, os pontos negativos que pesam contra o candidato do PT, Fernando Haddad, são inúmeros e virtualmente intoleráveis, como a possibilidade de volta de vários investigados na Lava Jato para postos na administração pública. Gente como Dilma Rousseff, José Dirceu, Fernando Pimentel e o próprio Lula, caso o petista seja beneficiado por algum indulto presidencial, podem ser nomeados para cargos de ministros, sem que nada possa ser feito para impedir tal despautério.