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5 pontos principais de Madonna contra Donald Trump na marcha das mulheres em Washington. Click aqui

Minorias em perigo

5 pontos principais de Madonna contra Donald Trump na marcha das mulheres em Washington. Click aqui

A cantora Madonna foi uma das porta-vozes da marcha das mulheres em Washington no último sábado (21). O protesto foi convocado pelas mulheres como forma de resistência ao governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos.

Ao subir ao palco, a cantora pop falou da "revolução do amor" e "verdadeira solidariedade" como armas contra a "nova era de tirana".

A seguir, os 5 pontos principais do discurso da artista:

Minorias em perigo

"Sejam bem-vindos à revolução do amor, à rebelião, à nossa recusa como mulheres de aceitar esta nova era de tirania, em que não apenas as mulheres estão em risco, mas todas as pessoas marginalizadas. A era em que ser unicamente diferente, neste momento, pode ser verdadeiramente considerado um crime. Tivemos que chegar a este momento horrível de escuridão para nos acordar."

Início da luta por liberdade e igualdade

"Parece que nós estávamos todos com uma sensação falsa de conforto, que a justiça iria prevalecer, que o bem venceria no final. Olha, o bem não venceu esta eleição, mas vai vencer no final. Então, hoje isso significa que estamos longe do final. Mas hoje marca o início de nossa história. A revolução começa aqui. A luta pelo direito de ser livre, de ser igual, de ser quem nós somos."

O poder na unidade

"Vamos marchar juntas dentre a escuridão. E, em cada cada passo, vamos saber que não temos medo, que não estamos sozinhas, que não vamos recuar. Que existe poder em nossa unidade e que nenhuma força de oposição tem chance diante do rosto da verdadeira solidariedade."

A resposta aos críticos

"Para nossos detratores, que insistem que esta marcha não vai ajudar em nada, fodam-se."

O amor como alternativa ao desespero

"Sim, eu estou brava. Estou indignada. Eu pensei muito sobre explodir a Casa Branca, mas sei que isso não vai resolver nada. Nós não podemos nos desesperar. Como o poeta W. H. Auden escreveu na véspera da 2ª Guerra Mundial, 'nós devemos amar um ao outro ou morrer'... Eu escolho amar."

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